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Mostrando postagens com marcador FuckYea. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 12 de maio de 2015

Queridos! Sim, estou sumido, mas é por conta de que estava trabalhando com outras ferramentas, mas voltei para o querido mundo Linux. Então, vamos voltar as nossas postagens sempre que possível, beleza? Então, segue o enterro :)

Situação

Estamos testando uma ferramenta, e foi necessário levantar algumas máquinas Linux. Criei 40 máquinas virtuais usando o CentOS (openSUSE me perdoe, mas a instalação do CentOS é muito rápida), e em determinado momento, foi identificado que o firewall dessas máquinas deveria ser desabilitado, além de que, era preciso colocar o nome das máquinas no arquivo /etc/hosts.

Problema

Acessar as máquinas remotamente e executar os comandos:
echo "127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br" >> /etc/hosts
chkconfig iptables off
iptables -F

Solução

Que eu teria de usar o ssh não era novidade, mas o problema é ter de passar a senha, isso seria desgastante. Eu precisava de uma forma de fazer essa entrada automaticamente. Me veio na cabeça o expect, mas esse cara nunca funcionou direito comigo (mesmo seguindo a risca cada tutorial).
Me bati com o sshpass pela webs, que resolveu minha vida (nesse momento e futuramente quando surgir a necessidade!)
Segue o comando:

for i in $(seq 10 1 54); do \
sshpass -p MinhaSenha ssh -oScrictHostKeyChecking=no 10.0.1.$i 'echo 127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br >> /etc/hosts'; done

Explico o necessário

O laço é por conta de que as máquinas estão do endereço IP 10.0.1.10 até o 10.0.1.54, conforme setado no escopo do dhcp. Como somente o último octeto varia, eu fiz um for que incrementa de um em um, começando do 10 e indo até o 54.

O sshpass vai passar a senha para o ssh quando for solicitado, mas só isso não resolve nosso problema, já que o ssh quando acessa uma máquina em que ainda não aceitou suas chaves, vai questionar isso pelo terminal. É aí que entra as opções do -o. Usando o parâmetro -oScrictHostKeyChecking=no, eu digo que ele não deve verificar as chaves naquele momento, e, daí pra frente, é só seguir com os comandos.

O echo 127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br >> /etc/hosts eu acho que ficou bem auto-explicativo, mas, pra quem não entendeu, eu estou adicionando no arquivo de hosts, o nome da máquina + o domínio.


Creio que não é necessário explicar o chkconfig iptables off (desabilitar o serviço iptables) e o iptables -F (limpar as regras do iptables) dentro do laço.
Então é isso galera. Essa linha me ajudou PRACARALHO e vai me ajudar muito quando for preciso acessar máquinas remotamente.

Observações

No meu caso, funcionou de maneira simples por conta de que as senhas das máquinas estão iguais. Mas, nada impede de que você tenha um .csv ou até mesmo uma lista com login e senha, e daí o seu script/one-liner cate cada parâmetro e encaminhe para o sshpass e o ssh. Tudo vai de sua imaginação e habilidade.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Probleminha chato mas que muita gente tem. Como resolver?
Fácil:
skype --dbpath=~/.Skype2





Você também pode criar um lançador:




Estou usando o XFCE nesse exemplo, mas basta criar um lançador com os mesmos parâmetros caso utilize outro gerenciador gráfico.

sábado, 26 de maio de 2012

Sobre o Skype API Plugin para Pidgin/libpurple/Adium


Se você estiver com o skype rodando, você pode ter sua lista de contatos sendo vista pelo Pidgin/libpurple/Adium. A intenção é apenas de fazer uma completa substituição da interface do skype, e esperamos que você consiga fazer tudo que faz no skype com esse plugin.


Você vai precisar de:

Skype: http://www.skype.com/intl/pt-br/get-skype/
Pidgin: http://www.pidgin.im/download/
O plugin
x32: http://eion.robbmob.com/libskype.so
x64: http://eion.robbmob.com/libskype64.so
Como o Adium é para o Mac, não entrarei em detalhes.


HOW TO

Simples.
1. Crie o diretório de plugins dentro dos diretórios do Pidgin do seu usuário (se ele não existir). É nesse mesmo diretório que fica armazenado os seus logs, ícones, etc.
mkdir -p $HOME/.purple/plugins

2. Copie o plugin (o arquivo .so) para dentro do diretório criado.

Agora é só fechar e abrir novamente o Pidgin. Vá em conta e adicione e perceba que quando for escolher o protocolo, o Skype estará disponível. Legal né? :D

Várias funcionalidades do Skype estarão disponíveis, até mesmo de busca por contatos:


Um outro ponto legal é que, se você utiliza o plugin MusicTraker (que altera o seu status com o nome da música que o player de audio estiver tocando, lembra?), lá no Skype também será atualizado. Tem um plugin que faz isso direto para o Skype, mas é funciona apenas com o Rhythmbox, é o Rhythmbox Skype mood notifierhttp://rauhmaru.blogspot.com.br/2010/12/rhythmbox-skype-mood-notifier.html )


Dúvidas, problemas, críticas e agradecimentos? Fale com o pai da criança :)

http://eion.robbmob.com/blog/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Muito fácil e tem duas maneiras:

Modo 01: Não gostei muito do resultado

A Adobe liberou a versão beta do Flash Player para sistemas x64 que resolve o problema FDP de placas/manchas/misérias brancas no player. Pra resolver é simples, nada complicado, mas o desempenho ficou extremamente lento e o processamento muito alto.


Se já não existir, crie o diretório ~/mozilla/plugins
mkdir -p ~/mozilla/plugins

Baixe o plug-in para Linux 64-bit (TAR.GZ 6.7 MB)
wget http://download.macromedia.com/pub/labs/flashplatformruntimes/flashplayer11/flashplayer11_b1_install_lin_64_071311.tar.gz

Descompacte o pacote no diretório criado:
tar xvf flashplayer11_b1_install_lin_64_071311.tar.gz -C ~/mozilla/plugins

Agora reinicie o Firefox e experimente em um site qualquer...

Modo 02: Configure o Firefox

Acesse a página especial about:config no Firefox. Digite dom.ipc na barra Localizar. Irá aparecer alguns valores. Deixe-os com o valor "false" clicando duas vezes.
No meu as chaves dom.ipc já estavam todas como false, com exceção da dom.ipc.plugins.enabled. Ele tem de ficar dessa maneira:





Depois disso reinicie o Firefox e acesse um site qualquer...



Problemas?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O “lá ele” é uma das mais importantes expressões do idioma baianês, mais especificamente do dialeto soteropolitano baixo-vulgar. Segundo os léxicos, a expressão significa “outra pessoa, não eu” (LARIÚ, Nivaldo. Dicionário de baianês. 3ª ed. rev. e ampl. Salvador: EGBA, 2007, s/n).

A origem da expressão é ambígua. Alguns etimologistas atribuem seu surgimento às nativas do bairro da Mata Escura, enquanto outros identificam registros mais antigos no falar dos moradores do Pau Miúdo. O certo, porém é que o “lá ele” desempenha papel fundamental em um dos aspectos mais importantes da cultura da primeira capital do Brasil – a subcultura urbana do duplo sentido.
Desde a mais tenra infância, os naturais da Soterópolis são treinados para identificar frases passíveis de dupla interpretação. Da mesma forma, os soteropolitanos aprendem desde cedo a engendrar artimanhas para que seu interlocutor profira expressões de duplo sentido.

Assim, as pessoas vivem sob constante tensão vocabular, cuidando para não fazer afirmações que possam ser deturpadas pelo interlocutor. Para indivíduos do sexo masculino, por exemplo, é vedado conjugar na primeira pessoa inocentes verbos como “dar”, “sentar”,”receber”, “cair”, “chupar” etc. O interlocutor sempre estará atento para,ao primeiro deslize, destruir a reputação de quem pronunciou a palavra proibida.

Como antídoto para a incômoda prática, o “lá ele” surgiu como uma ferramenta indispensável na comunicação do soteropolitano. Assim, o indivíduo que falar algo sujeito a interpretações maliciosas estará a salvo se, imediatamente, antes da reação de seu interlocutor, falar em alto e bom som “lá ele!”
Por exemplo, qualquer homem, por mais macho que seja, terá sua orientação posta em dúvida se falar “Neste Natal comi um ótimo peru”. Contudo, se sua frase for “Neste Natal comi um ótimo peru, lá ele!”, não haverá qualquer problema. No mesmo diapasão, confira-se:

  1. se um colega de trabalho enviar um e-mail perguntando “vai dar para almoçar hoje?”, não se pode redarguir apenas “Sim”; deve-se responder “Vai dar lá ele. Vamos almoçar”;
  2. se, na pendência do pagamento de polpudos honorários, um advogado perguntar ao outro “Já recebeu?”, a resposta deverá ser “Recebeu lá ele. Já foi pago”;
  3. ou, ainda, se alguém tiver a desdita a desdita de nascer no citado bairro do Pau Miúdo, o que poderá transformar sua vida em um interminável festival de chacotas, deverá sempre valer-se da ressalva: “eu sou do Pau Miúdo, lá ele”
Para melhor compreensão da matéria, reproduz-se abaixo um exemplo real, ocorrido no último domingo durante a transmissão de futebol:
  • Locutor: “Subiu o cartão amarelo?”
  • Repórter: “Subiu o amarelo e o vermelho.”
  • Locutor: “Mas você está vendo subir tudo!”
  • Repórter: “Lá ele!”

Note-se que o “lá ele” pode sofrer variações de gênero e número, de acordo com a palavra que se pretende neutralizar. Se, antes de uma sessão do TJBA, alguém perguntar “Você conhece os membros da turma julgadora?”, deve-se objetar com veemência: “Lá eles!”. Ou se o cidadão for à Sorveteria da Ribeira e lhe perguntarem “Quantas bolas o senhor deseja?”, é de todo recomendável que se responda “Duas, lá elas, por favor”.

A cultura duplo sentido oferece outros fenômenos da comunicação interpessoal. Veja-se, a título de ilustração, o sufixo “ives”.
Em Salvador, não se pode falar palavras terminadas em “u”, principalmente as oxítonas. Independentemente de sexo, idade ou classe social, o indivíduo poderá ser mandado para aquele lugar (lá ele). A pronúncia de uma palavra que dê (lá ela) rima com o nome popular do esfíncter (lá ele) será prontamente rebatida com a amável sugestão.

Para fazer face ao problema, a vogal “u” passou a ser costumeiramente substituída pelo sufixo “ives”.
Destarte, o capitão da Seleção de 2002 é tratado como “Cafives”; o Estádio de Pituaçu virou “Pituacives”; o bairro do Curuzu se tornou “Curuzives”; a capital de Sergipe sói ser chamada de”Aracajives”; e as pessoas que atendiam pela alcunha de Babu, com frequência utilizada na Bahia para apelidar carinhosamente pessoas de feições simiescas, há muito tempo passaram a ser chamadas de “Babives”.

“Autor tão desconhecido, quanto genial”

domingo, 23 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Estava em uma semi-ociosidade ouvindo músicas no no Rhythmbox e configurando um Zabbix, ai olhei para meu Empathy. Pra quem já usou, sabe que rola uma integração massa entre os dois sacaninhas, muito melhor do que com o Pidgin, que quando muda a música, joga sua janela de conversa lá na casa da porra!
Mas enfim... Hoje vamos falar da integração do Rhythmbox com o Skype. Não existe muita coisa falando isso, na verdade, existe apenas 3 projetos:



rbskypemoodnotify, ou Rhythmbox Skype Mood Notify

O projeto é do dbx0001 e pode ser encontrado também no github.
Não é complicado colocar esse sacaninha pra funcionar. Eu estranhei um pouco, porque na hora não funcionou, mas, no outro dia, rolou! (Vai entender! É por isso que eu digo que TI é ciência oculta que tem leves traços de exatas.)

Enfim, é assim:
SE ESSES PROGRAMAS ESTIVEREM ABERTOS, FECHEM! No meu caso, os dois estavam rodando... Acho que foi isso que atrasou.
killall rhythmbox
killall skype

Fecharam os programas? Vamos prosseguir :D

1. Faça download do projeto via tar ou zip em http://code.google.com/p/rbskypemoodnotify/downloads/list
wget http://rbskypemoodnotify.googlecode.com/files/rbskypemoodnotify0.40.tar.gz

2. extraia os arquivos, entre na pasta, dê permissão de execução e rode o bixin
tar xvf rbskypemoodnotify0.40.tar.gz
cd rbskypemoodnotify0.40
chmod a+x install.sh
sh install.sh

4. Abra o skype
5. Abra o rhythmbox
6. No rhythmbox vá em editar -> plugins
7. Ative o Skype Mood Notifier. O skype vai gerar um popup querendo uma confirmação. Dê a ele (haahhuah, lá ele!!! ahuahua)

Acho que só isso. Abraços meus queridos!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Todos os dias vemos sites ficarem indisponíveis por causa de ataques DDOS (Ataques de negação de serviço distribuídos). Estes sites, aos que não sabem, foram pressionados pelos governos a proibirem o acesso a contas vinculadas ao Assange e/ou WikiLeaks. Some isso a prisão do Assange e... BOOOM! A ira de centenas de hackers e milhares de newbies mobilizaram-se para não deixar isso barato!

LOIC

Dentre as ferramentas que estão sendo utilizadas, uma se destaca na multidão: O LOIC (Low Orbit Ion Cannon). Essa ferramenta é capaz de realizar milhares de requisições ao endereço especificado. Talvez você sozinho não consiga atrapalhar um site inteiro, mas, quando temos mil pessoas realizando milhões de requisições por segundo diretamente em um servidor, dificilmente este aguentará.
Está rolando um script na Internet de como instalar esse brinquedinho, no princípio ele não suportava o openSUSE mas, meti mão e adicionei o suporte ao nosso queridinho :D
O script também pode ser encontrado no link http://pastebin.com/hKbZSGP6

#!/bin/bash
# Copyfuck © 2010 q
#
# This script installs, updates and runs LOIC on Linux.
#
# Supported distributions:
# * Ubuntu / Debian
# * Fedora
# * openSUSE
#
# Usage: bash install_loic.bash

###COLOURS###

txt_bld=$(tput bold)
bld_red=${txt_bld}$(tput setaf 1)
col_rst=$(tput sgr0)

###GLOBALS###

GIT_REPO=https://github.com/NewEraCracker/LOIC.git
GIT_BRANCH=master

###FUNCTIONS###

ensure_git() #Checks if git is installed, Tries to install it if not
{
type -P git &>/dev/null ||
{
echo -e "${bld_red}Git not found! Attempting to install...${col_rst}"
if [ -f /etc/SuSE-release ] ; then
sudo zypper install git
elif [ -f /etc/lsb-release ] ; then
sudo apt-get install git
elif [ -f /etc/fedora-release ] ; then
sudo yum install git
elif [ -f /etc/debian_version ] ; then
sudo apt-get install git
fi
}
}


is_loic_git()
{
[[ -d .git ]] && grep -q LOIC .git/config
}


is_loic() {
is_loic_git ||
{
[[ -d LOIC ]] && cd LOIC && is_loic_git
}
}

get_loic() {
ensure_git
if ! is_loic ; then
git init
git clone $GIT_REPO -b $GIT_BRANCH
fi
}

compile_loic() {
get_loic
if ! is_loic ; then
echo -e "${bld_red}Error: You are not in a LOIC repository.${col_rst}"
exit 1
else
if [ -f /etc/SuSE-release ] ; then
echo -e "${bld_red}mono-basic, mono-devel, monodevelop and mono-tools not found! Attempting to install...${col_rst}"
sudo zypper install mono-basic mono-devel monodevelop mono-tools
elif [ -f /etc/lsb-release ] ; then
echo -e "${bld_red}monodevelop and liblog4net-cil-dev not found! Attempting to install...${col_rst}"
sudo apt-get install monodevelop liblog4net-cil-dev
elif [ -f /etc/fedora-release ] ; then
echo -e "${bld_red}mono-basic, mono-devel, monodevelop and mono-tools not found! Attempting to install...${col_rst}"
sudo yum install mono-basic mono-devel monodevelop mono-tools
elif [ -f /etc/debian_version ] ; then
echo -e "${bld_red}monodevelop and liblog4net-cil-dev not found! Attempting to install...${col_rst}"
sudo apt-get install monodevelop liblog4net-cil-dev

fi
fi
mdtool build
}

run_loic() {
is_loic
if [[ ! -e bin/Debug/LOIC.exe ]] ; then
compile_loic
fi
type -P mono &>/dev/null ||
{
echo -e "${bld_red}mono-runtime not found! Attempting to install...${col_rst}"
if [ -f /etc/SuSE-release ] ; then
sudo yum install mono-runtime
elif [ -f /etc/lsb-release ] ; then
sudo apt-get install mono-runtime
elif [ -f /etc/fedora-release ] ; then
sudo yum install mono-runtime
elif [ -f /etc/debian_version ] ; then
sudo apt-get install mono-runtime
fi
}
mono bin/Debug/LOIC.exe
}

update_loic() {
ensure_git
if is_loic ; then
git pull --rebase
compile_loic
else
echo -e "${bld_red}Error: You are not in a LOIC repository.${col_rst}"
fi
}

case $1 in
install)
compile_loic
;;
update)
update_loic
;;
run)
run_loic
;;
*)
echo "Usage: $0 "
;;
esac


A primeira guerra cibernética está rolando... E você, quer se alistar? Acompanhe o @Anon_Operationn e @Op_Payback ;)

sábado, 27 de novembro de 2010

Pois é... Alguém fez uma cagada por lá e DELETOU a chave anterior! (sim, e cadê o backup?). A galera que não é besta, tratou logo de gerar uma nova e assinar todos os pacotes! Segue:

4FC8 6B50 8808 B7D7 D36C 59E3 CC9C 2F60 7296 AFB2

O Zypper/YaST irá pedir para aceitar esta chave, então, não temas ;)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MEDO é para os fracos




E Estreiando...


Diretamente dos Changemans para o Blogmaru, o saudoso Gyodai (dai dai dai)!


Este infame animal alienígena, será um de nossos moderadores, juntamente com o Dr. Evil e eu ;)
É isso aé amigos do Blogmaru, estamos investindo pesado em contratações para que vocês possam ter sempre as melhores dicas, opniões e essa baboseira toda. o/

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