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terça-feira, 31 de julho de 2018

Tudo culpa do arquivo hiberfil.sys.
Mas dá pra desabilitar. Mais informações, olha esse link aqui:
https://www.howtogeek.com/howto/15140/what-is-hiberfil.sys-and-how-do-i-delete-it/


Mas pra resolver nosso problema, o comando é esse aqui:

# ntfs-3g -o remove_hiberfile /dev/sda3 /mnt/


Entenda que /dev/sda3 é a partição onde o windows mantém os arquivos que você quer. O /mnt/ é onde queremos montar.

Bjs.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Muita gente já caiu nessa situação (eu também, claro), e chegou a desistir porque não viu como no momento, mas guardou pra si e que um dia iria ver como se faz... Eis que chegou o grande dia!

Muito simples:

OCICLI [URL]

Por exemplo:
OCICLI https://software.opensuse.org/ymp/devel:tools/openSUSE_Leap_42.2/zeal.ymp


E só isso. Bjs.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Pra resumir e ser bem direto:

O erro

[root@shenlong ~]# go get github.com/jehiah/json2csv
package github.com/jehiah/json2csv: cannot download, $GOPATH not set. For more details see: go help gopath

Como conserta?

mkdir $HOME/go
export GOPATH=$HOME/go
export PATH=$PATH:$GOROOT/bin:$GOPATH/bin

Tudo certo!

sexta-feira, 14 de abril de 2017



Aí você quer instalar as extensões do GNOME e o seu browser não está fazendo a instalação automática, mesmo você sabendo que o plugin está instalado no navegador. Como proceder?

Vamos lá!

dependências:
  • python 2.7+ ou 3.x
  • cmake 2.8 ou maior
  • coreutils
  • jq


(vamos supor que você já tenha o git instalado, ok? Se não, instale, facilita :)

sudo zypper in cmake jq
git clone git://git.gnome.org/chrome-gnome-shell
cd chrome-gnome-shell
mkdir build
cd build
cmake -DCMAKE_INSTALL_PREFIX=/usr -DBUILD_EXTENSION=OFF ../
sudo make install



Isso é o que deve acontecer

E você vai ver que a extensão foi desativada.




Mas não se importe, porque ela já está funcionando.
E é isso. Um abraço!


Referência:

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aí você instala o MySQL 5.7, vai acessar a console pelo terminal e paaaahhh!

[root@graylog ~]# mysql -u mysql
ERROR 1045 (28000): Access denied for user 'mysql'@'localhost' (using password: NO)


Mas... Quem definiu a senha?
O próprio capiroto?

Não queridos... Foi o próprio serviço. Mas, e qual é a senha?

grep 'temporary password' /var/log/mysqld.log

E olha lá no final da linha a nossa senha querida. :)

Depois, é obrigatório redefinir a senha:

mysql> ALTER USER 'root'@'localhost' IDENTIFIED BY 'MyNewPass4!';


Saporra é inteligente!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O B.O

Aconteceu comigo, nos meus CT do PROXMOX (precisamos conversar sobre isso algum dia...).
Tudo ia muito bem, com o zabbix-agent na versão 2.2.7 (too old!), quando fui atualizar para a versão 3 do agente. Ok... Adiciona repositórios, faz um apt-get update, e um apt-get upgrade. Tudo certo, tudo lindo. Porém, na hora de instalar o pacote do zabbix-agent...

Setting up zabbix-agent (1:3.0.4-1+jessie) ...
Installing new version of config file /etc/init.d/zabbix-agent ...
Installing new version of config file /etc/logrotate.d/zabbix-agent ...

Configuration file '/etc/zabbix/zabbix_agentd.conf'
 ==> File on system created by you or by a script.
 ==> File also in package provided by package maintainer.
   What would you like to do about it ?  Your options are:
    Y or I  : install the package maintainer's version
    N or O  : keep your currently-installed version
      D     : show the differences between the versions
      Z     : start a shell to examine the situation
 The default action is to keep your current version.
*** zabbix_agentd.conf (Y/I/N/O/D/Z) [default=N] ? n
[....] Starting Zabbix agent: zabbix_agentdinvoke-rc.d: initscript zabbix-agent, action "start" failed.
dpkg: error processing package zabbix-agent (--configure):
 subprocess installed post-installation script returned error exit status 1


Resumindo: Instalou, não subiu o serviço, parou de coletar.

Isso é uma coisa nada legal, ainda mais quando isso faz parte do seu trabalho (monitorar coisas) e você faz exatamente o oposto :)

Mas, somos curiosos e vamos ver qual é o problema.

Corrigindo

Primeiro passo: Execute o comando no terminal e veja o que acontece. Não custa nada e vamos ver o que acontece:
root@pve:~# zabbix_agentd
zabbix_agentd [22130]: /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf.d: [2] No such file or directory


Não encontrou o diretório. Bom, isso eu posso fazer por você. Um rápido mkdir /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf.d e tudo certo!
E então eu reiniciei o serviço e tudo voltou ao normal. Minha pergunta que fica é: Se eu pedi pra não alterar o arquivo de configuração, COMO É QUE ESSE PARÂMETRO FOI PARAR LÁ?

Mistérios....

domingo, 17 de julho de 2016

Listar tamanho das partições, volumes e datasets


zfs list

zfs list
NAME                                                       USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
BIGPOOL                                                   3.10T  54.1G    96K  /mnt/BIGPOOL
BIGPOOL/.system                                            988K  54.1G   104K  legacy
BIGPOOL/01-pool                                           3.09T  1.35T  1.80T  -
freenas-boot                                               529M   269G    31K  none
freenas-boot/ROOT                                          522M   269G    25K  none
freenas-boot/ROOT/Initial-Install                            1K   269G   508M  legacy
freenas-boot/ROOT/default                                  522M   269G   518M  legacy
freenas-boot/grub                                         6.78M   269G  6.78M  legacy

Você pode também obter o valor apenas de um item, basta adicionar nome desejado:

zfs list BIGPOOL/01-pool

zfs list BIGPOOL/01-pool
NAME              USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
BIGPOOL/01-pool  3.09T  1.35T  1.80T  -

O zfs pode filtrar por tipo. O parâmetro é o -t e em seguida o tipo, que pode ser snapshot, filesystem ou volume.

zfs list -t volume

zfs list -t volume
NAME              USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
BIGPOOL/01-pool  3.09T  1.35T  1.80T  -

O parâmetro -H não exibe a primeira linha, retornando apenas os valores

zfs list -H -t volume

zfs list -H -t volume
BIGPOOL/01-pool    3.09T    1.35T    1.80T    -

Se quiser listar algumas colunas, utilize o parâmetro -o e em seguida o nome das colunas (é só colocar como é exibido sem o parâmetro -H). Para uma lista completa de parâmetros, utilize o zfs list -h.

zfs list -H -t volume -o name,used,avail

zfs list -H -t volume -o name,used,avail
BIGPOOL/01-pool    3.09T    1.35T

Para coleta do Zabbix, o ideal é coleta em bytes. Usamos o parâmetro -p:

zfs list -p -H -t volume -o name,used,avail

zfs list -p -H -t volume -o name,used,avail
BIGPOOL/01-pool    3402426023936    1480661770240

Com isso, dá coletar um monte de coisa :)

terça-feira, 24 de maio de 2016

Queridos! A coisa toda é simples. Vou deixar um template aqui pra vocês colocarem seus scripts como serviço e pararem de usar o útil nohup. Outra coisa: Seu script DEVE TER perfil de serviço. Não estou falando de um monte de comandos um embaixo do outro, beleza?
Pra facilitar, vou sublinhar as linhas que vocês devem alterar.


[Unit]
Description=Hubot
Requires=network.target
After=network.target
[Service]
Type=simple
WorkingDirectory=/home/butis/hubot
User=sobutis
Restart=always
RestartSec=10
EnvironmentFile=/etc/hubot/variaveis.conf
ExecStart=/home/butis/hubot/bin/hubot -a rocketchat

[Install]
WantedBy=multi-user.target


Eu acho que o conteúdo é bastante explicativo, mas, vamos explicar assim mesmo. Nesse exemplo, vamos criar um usuário que executará o hubot.

1. Precisamos criar um usuário pra rodar esse serviço, por questões de segurança.
adduser hubot

Nós não vamos definir o shell dele como /bin/false, porque é um script, ou seja, ele precisa do bash/ksh/sh para executar os comandos.

2. Coloque o script no diretório do usuário criado - isso é meio que lógico né?

3. Crie o arquivo hubot.service dentro de /etc/systemd/system.  Repare: {nome do serviço}.service. Pegou o padrão? Ok!

O Conteúdo é esse daí de cima. Vamos comentar linha a linha pra entendermos.


[Unit]
Description=Hubot 

Descrição do serviço
 

Requires=network.target
Dependências. O seu serviço depende de algum outro?
 

After=network.target
Ordem de execução. O serviço só será iniciado após o outro definido estar rodando.

[Service]
Type=simple
WorkingDirectory=/home/butis/hubot

Diretório de execução do seu serviço.

User=sobutis

Restart=always
RestartSec=10

Caso o serviço não inicie, ele tentará reiniciar de acordo com o estabelecido nas regras de Restart.

EnvironmentFile=/etc/hubot/variaveis.conf

Como meu script possui várias variáveis, eu preferi carregá-las em um arquivo separado. Defina suas variáveis nele.

ExecStart=/home/butis/hubot/bin/hubot -a rocketchat

Comando de execução do script. Coloque o path inteiro.

[Install]
WantedBy=multi-user.target 


Terminado o arquivo, execute um reload nas confs do systemd:
systemctl daemon-reload

E inicie o serviço
systemctl start hubot

Podemos deixar que ele inicie junto com os outros serviços:
systemctl enable hubot


Prontinho. Com esse modelo vocês já podem colocar qualquer script pra rodar como serviço sem dor de cabeça. Como informação adicional, recomendo a leitura de um documento da Red Hat, muito bem explicado por sinal:
 https://access.redhat.com/documentation/en-US/Red_Hat_Enterprise_Linux/7/html/System_Administrators_Guide/sect-Managing_Services_with_systemd-Unit_Files.html

E um guia pra quem ainda tem medo do systemd
E isso aí. Abraços!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Seria vergonhoso da minha parte não citar o grande mestre Aurélio, de onde eu sempre tiro alguma coisa pra me ajudar. Devo muito ao site desse cara.
Se você quer aprender MESMO shellscript, recomendo seguir as dicas dele.
Sem mais.



Aqui tem o canivete dele, super útil! Deixe uma cópia no seu smartphone, vai ajudar ;)
http://aurelio.net/shell/canivete
--
Vou tentar sempre referenciar alguns bons materiais aqui. Fiquem ligados.
Abs!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Chatinho... O Virtualbox tá problemático! Mas enfim... Ele também estava apresentando o erro após ser chamado para execução:

finarfin:~> virtualbox
WARNING: The vboxdrv kernel module is not loaded. Either there is no module
         available for the current kernel (4.1.13-5-default) or it failed to
         load. Please recompile the kernel module and install it by

           sudo /sbin/vboxconfig

         You will not be able to start VMs until this problem is fixed.


Tá de sacanagem né Virtualbox? Toda hora uma coisinha diferente!!!
Mas esse é mais fácil. Primeiro, certifique-se que o pacote DKMS está instalado, e depois, execute esse comandinho:

rcvboxdrv setup


E pronto, funcionou pra mim. A iluminação veio do fórum do Virtualbox, aqui: https://forums.virtualbox.org/viewtopic.php?f=7&t=74119
Tive esse problema após instalar o Virtualbox, pacote oficial da Oracle. Estranhamente, ele sempre apresentava a mensagem "Callee RC: NS_ERROR_FACTORY_NOT_REGISTERED" após a tentativa de execução, porém, quando tentava como root, funcionava normalmente. A partir daqui, já sabemos que é alguma coisa relacionada a permissão.

Pois bem, googlar eu fui.

Vi que é um bug veeeelho, com registros de 2009:

Callee RC: NS_ERROR_FACTORY_NOT_REGISTERED 0x80040154 unrelated to /tmp permissions => Fixed in SVN

 https://www.virtualbox.org/ticket/3568

Modo 01: Um cidadão resolveu da seguinte maneira[1]:


chmod ug-s /tmp
rm -fr /tmp/.vbox-rene-ipc/


Modo 02: Já eu, fui um pouco mais "violento":


finarfin:/tmp # ls | grep vbox
.vbox-raul-ipc
.vbox-root-ipc
finarfin:/tmp # rm -rf .vbox-r*


Mandei pra puta-que-pariu os arquivos do diretório /tmp/.vbox-$USER-ipc, no caso, .vbox-raul-ipc.



[1]: http://www.jbnet.fr/systeme/virtualisation/virtualbox-ns_error_factory_not_registered-0x80040154.html

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Isso é útil em scripts, quando você quer que a saída padrão (STDOUT) seja emitida na tela e também seja anexada em um arquivo. Você pode fazer isso de duas maneiras:

1. Emitindo a saída duas vezes, sendo que a primeira vai direto para o STDOUT e depois você emite a mesma saída, mas dessa vez jogando para um arquivo ( > ou >> file.txt). Esse funciona melhor quando é usado o comando echo.
2. Usando o comando tee. Maneira mais simples.

Comando tee
O tee lê da entrada padrão (STDIN) e escreve na saída padrão (STDOUT) e arquivos, como a própria manpage descreve.


DESCRIÇÃO
        Copia a entrada padrão para cada arquivo, e também para a saída padrão.

       -a, --append
               anexa aos arquivos, não sobrescrevendo

       -i, --ignore-interrupts
              ignora sinais de interrupção

       --help mostra essa saída e sai

       --version
              mostra a versão e sai

       Se FILE é -, copie novamente para a saída padrão (standard output).

AUTORES
       Escrito por Mike Parker, Richard M. Stallman, e David MacKenzie.


Exemplo:

[root@digestor var]# du -sh * | tee -a file.txt
561M    cache
8.0K    db
8.0K    empty
4.0K    file.txt
4.0K    games

[root@digestor var]# cat file.txt
8.1G    .
561M    cache
8.0K    db
8.0K    empty
4.0K    file.txt
4.0K    games

[root@digestor var]#


Mas aí alguém pode dizer: Ô! Isso eu faço usando o > ou >>. É, faz, mas não vai conseguir jogar na tela e no arquivo ao mesmo tempo.

Use o tee para criar seus arquivos de log, fica muito prático.

Abs!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015


Tentou habilitar o SNMP mas não rolou? tsc tsc tsc... Tente esse comandinho:


 ps: Troque o public da communities pela que você usa em sua rede.

esxcli system snmp set --communities public
esxcli system snmp set --enable true
esxcli network firewall ruleset set --ruleset-id snmp --allowed-all true
esxcli network firewall ruleset set --ruleset-id snmp --enabled true
/etc/init.d/snmpd restart
Funcionou aí?

fonte: EverythingShouldBeVirtual

domingo, 6 de setembro de 2015

Zorka

Estava pesquisando uma maneira de monitorar o WildFly, já que o método convencional via JMX não estava funcionando, e encontrei o Zorka. Ele é um agente de monitoramento, que possui uma série de funcionalidades. São muitas, destacando algumas:
  • Funcionalidades básicas: Acesso JMX, Zorka Stats, Audit logs...
  • Ele consegue monitorar os componentes: HTTP, SQL, EJB, LDAP,JMS;
  • Suporta sistemas monitorados e protocolos: Zabbix, Nagios, syslog, SNMP, arquivos locais, ZICO colletor (e da família do Zorka);
  • Suporta servidores de aplicações: Tomcat 6/7, JBoss 4/5/6/7, EAP 6, Jetty 6/7/8/9, IBM Websphere 7/8, Mule ESB.
recomendo você ler aqui: http://zorka.io/features.html

Configuração do laboratório
host 01: CentOS 6.6 + Zabbix 2.4.6
host 02: CentOS 6.6 + WildFly 9.0.1, modo standalone

Instalação

Acesse a página de downloads e baixe a última versão do zorka. No nosso exemplo, a 1.0.14:
wget  http://zorka.io/files/zorka-1.0.14.zip

Após o download, descompacte o seu conteúdo dentro do diretório do seu WildFly. Digamos que ele esteja no /opt/wildfly:
unzip -l /opt/wildfly zorka-1.0.14.zip
E essa foi a instalação :)
O Zorka funcionará como o zabbix-agent, então, fica a seu critério instalá-lo ou não - a não ser que queira também as informações do host, que são importantes.

Configuração

$WILDFLY_HOME/zorka/zorka.properties

Acesse o diretório zorka, dentro do home do WildFly
cd /opt/wildfly/zorka
Existe um arquivo chamado zorka.properties. Vamos editar esse arquivo e setar alguns parâmetros:
Descomente a linha e adicione o parâmetro -XX:-UseSplitVerifier. Vai ficar assim:
scripts = jvm.bsh, zabbix.bsh, jboss/jboss7.bsh
-XX:-UseSplitVerifier
Um pouco mais embaixo, você setará os parâmetros para o Zabbix:
# Add IP addresses of your zabbix servers here.
# Only servers from this list will be allowed to access agent using zabbix protocol.
zabbix.server.addr = 192.168.0.3

# Default port Zabbix protocol will listen on.
zabbix.listen.port = 10055

# Enter name of your application and host here.
# Should be unique for every monitored application.
zorka.hostname = wildfy

 São bem intuitivos: server.addr para endereço do servidor, listen.port para a porta que o zabbix server irá consultar e hostname, para o nome do host a ser monitorado.
Após isso, salve o arquivo e vamos para o próximo.

$WILDFLY_HOME/bin/standalone.conf

Procure pela linha
if [ "x$JBOSS_MODULES_SYSTEM_PKGS" = "x" ]; then   JBOSS_MODULES_SYSTEM_PKGS="org.jboss.byteman"
fi

E adicione ",com.jitlogic.zorka.core.spy", logo após o byteman. Vai ficar assim (recomendo que copie e cole)

if [ "x$JBOSS_MODULES_SYSTEM_PKGS" = "x" ]; then   JBOSS_MODULES_SYSTEM_PKGS="org.jboss.byteman,com.jitlogic.zorka.core.spy"
fi
 E, após as definições de variáveis, adicione a sua.
ZORKA="/opt/wildfly/zorka"
JAVA_OPTS="$JAVA_OPTS -javaagent:$ZORKA/zorka.jar=$ZORKA"
 Feito isso, salve o arquivo e reinicie o WildFly para carregar as novas configurações definidas no standalone.conf.

Zabbix

Importação dos templates

Pois bem, o Zorka já possui templates bem completos para te ajudar nessa labuta. No diretório zorka/templates, existem vários.
E dentro dos diretórios ainda tem mais!

Bom proveito. 

Criação do host

A parte do Zabbix é bem simples: Crie o host e defina a porta 10055.
Na aba templates, adicione os que preferir. Nos meus testes, adicionei o Template_Zorka_JBoss7_RequestProcessors, Template_Zorka_JBoss7_Servlets e Template_Zorka_JVM. Olha o que obtive:

Legal né :D
Bem amigos, é isso aí. Maiores informações ou dúvidas, recomendo o pai da criança, em http://zorka.io/install/jboss7.html ou a sua lista de email, no google groups https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!forum/zorka-user

Abraço e até a próxima.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Situação:

Empresa com o servidor web, que possui várias aplicações GLPI, um para cada cliente.

Problema:

A aplicação GLPI, está criando arquivos de log muito grandes, no diretório /var/www/html/glpi/files/_log, e isso está fazendo o servidor estourar o espaço em disco.

Solução: Script!

Script que crie um arquivo de logrotate para cada cliente, que é executado mensalmente - para caso apareça algum novo cliente.

Show me the code:

#/bin/bash
# Raul Libório, <rauhmaru@opensuse.org>
# Versao: 1.0 - 24/08/2015
# Problema: Arquivos do GLPI no diretorio
# /var/www/html/$CLIENTES/files/_log/
# que crescem bastante, levando ao
# estouro de disco
#
# Funcao: Cria arquivos de config. do logrotate
# para as aplicacoes do GLPI. e resolver
# problema do tamanho dos arquivos de log.
#
## Variaveis
LOGROTATE_FILE="/etc/logrotate.d/glpi"
GLPI_DIR="/var/www/html/"
LOGROTATE_PARAMS="
{\n
        missingok\n
        monthly\n
        notifempty\n
        size 20M\n
        rotate 7\n
        compress\n
        create 0664 apache apache\n
}
"
## Cria arquivo do logrotate para o GLPI
rm $LOGROTATE_FILE
for CLIENTES in $(ls $GLPI_DIR | grep glpi ); do
        GLPI_LOGS="/var/www/html/$CLIENTES/files/_log/logfiles"
        echo -e $GLPI_LOGS >> $LOGROTATE_FILE
done
echo -e $LOGROTATE_PARAMS >> $LOGROTATE_FILE
sed -i 's/logfiles/\*.log/g' $LOGROTATE_FILE
## Executa o arquivo criado
logrotate -f /etc/logrotate.conf
E adicione a linha ao cron: (supondo que seu script está no /scripts)
@monthly  /scripts/logrotate_glpi.sh

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Também fez a cagada de colocar o teclado em inglês né? tsc tsc tsc...

Edite o arquivo /etc/sysconfig/keyboard. Esses são os parâmetros:


KEYTABLE="br-abnt2"
MODEL="abnt2"
LAYOUT="br"
KEYBOARDTYPE="pc"

E mais cuidado na próxima champs!

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Situação

Máquina Windows XP clonada pelo VMware Converter.
Esta, mesmo após a instalação do VMware Tools, apresenta lentidão no ponteiro do mouse e também não funciona a integração com a área de trabalho, sendo necessário pressionar crtl + alt para soltar o mouse.

Solução

Abra o gerenciador de dispositivos, e verifique que o driver do mouse é o PS/2 Compatible Mouse.

Clique com o botão direito sobre ele e mande atualizar.
Ele deverá instalar o VMware Pointing Device.


E só. Bjs.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Queridos! Sim, estou sumido, mas é por conta de que estava trabalhando com outras ferramentas, mas voltei para o querido mundo Linux. Então, vamos voltar as nossas postagens sempre que possível, beleza? Então, segue o enterro :)

Situação

Estamos testando uma ferramenta, e foi necessário levantar algumas máquinas Linux. Criei 40 máquinas virtuais usando o CentOS (openSUSE me perdoe, mas a instalação do CentOS é muito rápida), e em determinado momento, foi identificado que o firewall dessas máquinas deveria ser desabilitado, além de que, era preciso colocar o nome das máquinas no arquivo /etc/hosts.

Problema

Acessar as máquinas remotamente e executar os comandos:
echo "127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br" >> /etc/hosts
chkconfig iptables off
iptables -F

Solução

Que eu teria de usar o ssh não era novidade, mas o problema é ter de passar a senha, isso seria desgastante. Eu precisava de uma forma de fazer essa entrada automaticamente. Me veio na cabeça o expect, mas esse cara nunca funcionou direito comigo (mesmo seguindo a risca cada tutorial).
Me bati com o sshpass pela webs, que resolveu minha vida (nesse momento e futuramente quando surgir a necessidade!)
Segue o comando:

for i in $(seq 10 1 54); do \
sshpass -p MinhaSenha ssh -oScrictHostKeyChecking=no 10.0.1.$i 'echo 127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br >> /etc/hosts'; done

Explico o necessário

O laço é por conta de que as máquinas estão do endereço IP 10.0.1.10 até o 10.0.1.54, conforme setado no escopo do dhcp. Como somente o último octeto varia, eu fiz um for que incrementa de um em um, começando do 10 e indo até o 54.

O sshpass vai passar a senha para o ssh quando for solicitado, mas só isso não resolve nosso problema, já que o ssh quando acessa uma máquina em que ainda não aceitou suas chaves, vai questionar isso pelo terminal. É aí que entra as opções do -o. Usando o parâmetro -oScrictHostKeyChecking=no, eu digo que ele não deve verificar as chaves naquele momento, e, daí pra frente, é só seguir com os comandos.

O echo 127.0.0.1 $(hostname).intranet.cliente.br >> /etc/hosts eu acho que ficou bem auto-explicativo, mas, pra quem não entendeu, eu estou adicionando no arquivo de hosts, o nome da máquina + o domínio.


Creio que não é necessário explicar o chkconfig iptables off (desabilitar o serviço iptables) e o iptables -F (limpar as regras do iptables) dentro do laço.
Então é isso galera. Essa linha me ajudou PRACARALHO e vai me ajudar muito quando for preciso acessar máquinas remotamente.

Observações

No meu caso, funcionou de maneira simples por conta de que as senhas das máquinas estão iguais. Mas, nada impede de que você tenha um .csv ou até mesmo uma lista com login e senha, e daí o seu script/one-liner cate cada parâmetro e encaminhe para o sshpass e o ssh. Tudo vai de sua imaginação e habilidade.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

 Esse é um problema raro, mas as vezes acontece. Aconteceu agora comigo. Explico:

Sou usuário da rede da PRODEB-BA (empresa de dados do Estado da Bahia), e, como estou dentro dela, recomenda-se que utilizemos os seus servidores de DNS como forwarder, pois alguns endereços não são publicados para fora de sua rede (ex: fiplan.ba.gov.br e etc.). De uma hora pra outra, não consegui mais acessar o site da bendita PRODEB. Entrei em contato com eles e disseram que o problema é comigo.
Ok. Depois de muito funçar, alterei o meu forwarder (encaminhador) para um endereço do DNS do Google - e funcionou!

Então, para que esse problema seja resolvido, faremos o seguinte:

Para o domínio prodeb.ba.gov.br, use os DNS 8.8.8.8 e 8.8.4.4



E para os outros domínios, use o forwarder da PRODEB:




segunda-feira, 31 de março de 2014

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