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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Aos olhos humanos, o céu noturno parece sempre tranqüilo e sereno. Mas se nossos olhos fossem capazes de captar raios gama, veríamos que o universo é um lugar repleto de explosões violentas, caóticas e inesperadas.

Maiores explosões do universo

Utilizando telescópios especiais, capazes de captar justamente os raios gama, os cientistas conseguem captar essas explosões, muito curtas, mas extremamente violentas. Acredita-se não haver nada tão poderoso no universo quanto uma dessas explosões de raios gama.

Enquanto os fótons - as partículas-onda básicas - da luz que enxergamos, possuem uma energia entre 2 e 3 elétron-volts, os fótons de raios gama têm energia acima de 10 giga-elétron-volts (GeV), ou seja, bilhões de vezes mais fortes do que a luz comum.

Explosões de raios gama

Ainda não sabemos o que causam as explosões de raios gama. Teorias especulam tratar-se da colisão de estrelas de nêutrons ou uma espécie de "hipernova", uma super-supernova que surge quando estrelas gigantescas explodem. Mas uma coisa os cientistas já têm certeza: essas explosões acontecem a distâncias astronômicas, muito distantes da nossa "pacata" Via Láctea.

Telescópio Glast

Agora, acaba de ficar pronto o GLAST, o mais novo telescópio espacial para observação de raios gama, que deverá ser lançado pela NASA em Maio. GLAST é uma sigla para telescópio espacial de raios gama de grande cobertura ("Gamma-Ray Large Area Space Telescope").

Os telescópios atuais já registraram 2.704 explosões de raios gama. Os cientistas esperam que o Glast consiga registrar mais de 50 por ano, graças aos seus instrumentos de última geração e capazes de captar explosões de raios gama de mais alta energia

fonte: inovação tecnologica

Um grupo de astrônomos dos Estados Unidos acaba de descobrir sinais de moléculas orgânicas altamente complexas no disco de poeira em volta de uma estrela distante.

Formação dos planetas

Como a estrela HR 4796A, de apenas oito milhões de anos, está nos estágios finais da formação de planetas, a descoberta sugere que os blocos básicos da vida podem ser comuns nos sistemas planetários.

Em trabalho publicado no Astrophysical Journal Letters, John Debes e Alycia Weinberger, do Instituto Carnegie, e Glenn Schneider, da Universidade do Arizona, descrevem observações feitas por infravermelho da HR 4796A a partir de um espectrômetro do telescópio espacial Hubble.

Tolinas

Os cientistas verificaram que o espectro de luz visível e infravermelha promovido pela poeira da estrela era muito avermelhado, coloração produzida por grandes moléculas orgânicas chamadas de tolinas. De acordo com o estudo, o espectro não se assemelha com o de outras substâncias vermelhas, como o óxido de ferro.

As tolinas não se formam naturalmente hoje em dia na Terra, porque o oxigênio da atmosfera as destruiria rapidamente, mas estima-se que elas teriam existido há bilhões de anos, nos primórdios do planeta, e que teriam sido precursoras das biomoléculas que formam os organismos terrestres.

Tolinas já foram detectadas no Sistema Solar, em cometas e em Titã, sendo responsáveis pelo tom vermelho da lua de Saturno. O novo estudo é o primeiro a identificar essas grandes moléculas orgânicas fora do Sistema Solar.

Transporte de moléculas orgânicas

A HR 4796A encontra-se a 220 anos-luz da Terra na constelação do Centauro e é visível principalmente a partir do hemisfério Sul terrestre. O disco de poeira em volta da estrela foi formado a partir das colisões de pequenos corpos celestes, semelhantes a cometas ou asteróides do Sistema Solar.

Segundo o estudo agora publicado, esses corpos podem transportar as moléculas orgânicas para qualquer planeta que esteja no sistema da HR 4796A.

"Astrônomos estão começando a olhar para planetas em torno de estrelas diferentes do Sol. A HR 4796A tem massa duas vezes maior e é 20 vezes mais luminosa", disse Debes. "Estudar esse sistema fornece pistas para que possamos entender as diferentes condições por meio das quais os planetas se formaram e, talvez, sob as quais a vida pode evoluir."


Engenheiros do instituto australiano CSIRO combinaram um supercapacitor com uma bateria chumbo-ácida comum, como as atualmente utilizadas pelos automóveis, para construir o que eles batizaram de UltraBateria.

Super bateria

Essa super bateria é mais barata e dura mais do que as baterias atualmente utilizadas nos veículos híbridos e elétricos.

"Os testes mostraram que a UltraBateria tem um ciclo de vida que é ao menos quatro vezes maior e produz 50 por cento mais potência do que os sistemas de baterias convencionais. Ela é também 70 por cento mais barata do que as baterias atualmente utilizadas nos veículos híbrido-elétricos," afirma o pesquisador David Lamb.

Efeito regenerativo

A UltraBateria também tem a capacidade de fornecer carga rapidamente durante as acelerações, assim como de se recarregar aproveitando a energia gerada a partir das frenagens - o chamado efeito regenerativo, - o que a mantém no mesmo nível das baterias recarregáveis à base de lítio.

Suas características e seu baixo custo tornam a nova bateria também adequada para o armazenamento de energia elétrica gerada por fazendas de vento ou usinas de captura de energia solar.

Veículo híbrido-elétrico

Os pesquisadores afirmaram que já testaram sua nova bateria em um veículo híbrido-elétrico que rodou 160.000 quilômetros, a fim de confirmar as projeções feitas em laboratório.

Segundo eles, uma nova etapa da pesquisa deverá conseguir reduzir ainda mais seu peso e, eventualmente, aumentar a capacidade de armazenamento da super bateria

fonte:
Inovação tecnológica

domingo, 27 de janeiro de 2008

Um consórcio pretende levar às casas e empresas da Europa uma nova tecnologia para acesso rápido à internet, que tem como base a implementação de cabos de fibra óptica feitos principalmente de plástico. De acordo com a publicação “New Scientist”, a velocidade de acesso pode aumentar até 50 vezes com a adoção desse tipo de cabo, se comparada à tecnologia ADSL.

O objetivo do consórcio, chamado POF-ALL, é fazer com que 80% das casas na Europa tenham acesso à alternativa no período de 15 anos.

A “New Scientist” explica que a fibra óptica tradicional forma o backbone (espinha dorsal) das redes de alta velocidade. No entanto, para que esses dados cheguem às casas e empresas, o tráfego é feito via conexões de cobre. “Trocar esse tipo de metal por fibra óptica é muito caro, criando assim um gargalo para a velocidade da banda larga naqueles metros finais, para chegar até o usuário”, afirma a publicação.

Testes feitos com a nova tecnologia mostram que ela pode fornecer velocidade de 100 Mbps em espaços de 300 metros (distância suficiente para fazer a conexão de residências com o backbone). Quando mais curtas, essas fibras oferecem até 1 Gbps, bem mais que a alternativa anterior. O objetivo dos pesquisadores é fazer, nos próximos meses, com que a velocidade mais rápida se mantenha em cabos com medida superior a cem metros.

Durante anos, especialistas acreditaram que o preço da fibra óptica cairia, ou que os serviços wireless (sem fio) substituiriam essa alternativa. Em vez de esperar isso acontecer, em 2006 a União Européia decidiu fundar um grupo para o desenvolvimento dessa tecnologia. Ela já é utilizada em mercados de nicho, como o de segurança.

  • Instalação

Pelo fato de esses cabos de fibra óptica de plástico serem bastante flexíveis (eles têm espessura de 1 mm), eles podem acompanhar a fiação elétrica. Essa alternativa também é mais resistente que a fibra óptica tradicional, considerada muito frágil, e por isso não é necessária a ajuda de técnicos na hora da instalação.

“A fibra óptica de plástico é ainda mais barata que o cobre, quando instalada em grandes volumes, e oferece uma melhora extraordinária na velocidade de acesso”, afirmou à “New Scientist” Alessandro Nocivelli, engenheiro elétrico e fundador da empresa Luceat. O especialista acredita que a alternativa possa apresentar redução de custos de 30%, sem comparada com a opção tradicional.

fonte: G1

O comércio eletrônico brasileiro bateu recorde em 2007, tendo faturado mais de R$ 1 bilhão, com crescimento de 45% sobre 2007. Aumentaram as vendas online e também as queixas dos consumidores. Uma pesquisa do site Reclame Aqui revela que 38% dos consumidores que adquiriram produtos pela Web no ano passado não receberam suas mercadorias.

O estudo constatou que as lojas virtuais terão que se empenhar mais no atendimento de pós-venda e que o consumidor precisa tomar mais cuidado para não cair no golpe de falsas empresas que, muitas vezes, são indicadas por sites comparadores de preços.

Segundo o Reclame Aqui, a pesquisa ouviu mais de 10 mil consumidores de todos os Estados do Brasil que fizeram algum tipo de reclamação contra lojas virtuais em 2007. Maurício Vargas, diretor do site, afirma que muitos desses consumidores foram vítimas de golpe.
Neste caso, a empresa recebeu, não enviou o produto e ainda fechou as portas, deixando centenas de pessoas com prejuízo médio de R$ 150 a R$ 3 mil”, diz o executivo. Em 95% dos casos, as quadrilhas envolvidas divulgam ofertas mirabolantes de eletrônicos e produtos de informática.

Entre os problemas apontados pelos consumidores, 29% disseram que os produtos chegaram com atraso, 20% afirmaram serem vítimas de propaganda enganosa (produto anunciado não existia ou não estava em conformidade com o anúncio), 9% dos produtos tinham algum defeito e 4% não conseguiram trocar a mercadoria defeituosa.

Na hora de resolver os problemas, as lojas virtuais também mostraram que precisarão investir muito no relacionamento com o cliente. Na pesquisa, 39% dos consumidores definiram o atendimento, principalmente por telefone, péssimo. Outros 39% disseram que é regular, 20% bom e 2% ótimo.

Apesar dos problemas, as perspectivas continuam sendo boas. A pesquisa apontou que 83% dos consumidores comprariam novamente pela Internet. No ranking das lojas virtuais mais confiáveis, na opinião dos pesquisados, estão:

  1. Americanas (18%)
  2. Submarino (16%)
  3. Saraiva (12%)
  4. Shoptime ( 9% )
  5. Ponto Frio e Magazine Luiza ( 8% )
  6. Extra ( 7%)
  7. Fnac ( 6%).
fonte: G1
O marido da egípcia Iqbal Abul Naser pediu o divórcio por meio de mensagens SMS. Segundo o diário Ao Ajbar, a senhora Naser não conseguiu atender a uma ligação do seu esposo, depois disso, recebeu três torpedos que diziam: “Te divorcio, pois não respondeste a teu esposo”. O que pode ser considerado uma versão moderna da talak (declaração de divórcio).

A notícia divulgada pelo jornal El País com informações do diário Ao Ajbar, revela que pela sharia (a lei islâmica), os homens podem encerrar seu casamento declarando por três vezes a frase “eu te divorcio”. Mas dependendo da região muçulmana, as autoridades só aceitam se essa tripla afirmação for feita perante um tribunal ou com a presença de testemunhas.

Depois de receber as mensagens, a esposa foi até um tribunal para saber se as mensagens do marido tinham validade legal. Caso os juízes locais considerem judicialmente aceitável essa será o primeiro caso de divórcio do Egito e do mundo. Outros países muçulmanos como Cingapura, Malásia e Dubai, já se adiantaram e proibiram o divórcio por meios eletrônicos.


fonte: G1

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Uma Creative Commons é uma licença que você diz como seus artigos podem ser reproduzidos pelas outras pessoas. Diferentemente da GPL (GNU Public License), ela pode conservar alguns direitos que você deseje, como: documento pode ser copiado, editado, distribuído porém não pode ser usado para fins comerciais. É possível!

1. Acesse o site www.creativecommons.org/
2. Clique em "License Your Work" no canto superior direito da janela;
3. O site fará perguntas, como por exemplo: "permitir uso comercial de sua obra?" e "Permitir alterações na sua obra?". Responda as perguntas e clique em "Escolha ma licença";
4. Escolha qual ícone lhe agrada e copie o código disponível.

Caso queira uma em que a restrição é apenas ao uso comercial, ta aé:


Exemplo
Creative Commons License




DICA:
Para incorporá-lo no rodapé da sua página sem que seja um gadget, ao invés de "adicionar um elemento a página", vá em "Editar HTML".
Não se assustem! Esse é o esqueleto de seu blog. Lá em baixo do código, procure pela tag < /body > e cole o código da Creative Commons acima dele e salve.

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